domingo, 2 de dezembro de 2012

"Não é minha culpa a sua projeção... "


Escrevi algumas palavras na madrugada da sexta e arquivei. Escrevi no calor do momento, supondo ofensas pessoais. Com a cabeça fria, percebi que as ofensas são generalizadas. Não devo levar para o lado pessoal. Mas, tudo convergia para que eu publicasse meu texto, meu discurso. Inclusive a exibição de hoje do programa The Voice Brasil, onde a cantora Maria Cristina cantou "Me adora", de Pitty. Uma frase dessa música dá título a esse post (que vos fala).
O GRD é blog (e também Blogger) porque não temos dinheiro para comprar um domínio de um site. Até tentamos  em outras plataformas (Tiwix, WordPress), mas também não tivemos tempo para aprender a usar as suas ferramentas. Sim! Porque nós trabalhamos, temos contas a pagar, somos parte do proletariado brasileiro, e temos nossa independência financeira pra bancar. Sim! Porque nós não temos "paitrocínio".
É um blog sim. Mas eu não sou blogueira (falo por mim). Sou designer. Sem especificação nenhuma mesmo. Porque além de não ter feito especialização (ainda) o curso de graduação que fiz foi bacharelado em Design. Ponto. Agora eu posso me intitular "designer de moda"? Talvez possa sim. Está lá no meu histórico escolar inúmeras disciplinas de moda cursadas...  E algumas de design gráfico também. Sou designer gráfica?! tem um monte de de designer gráfico trabalhando com moda. Eu posso até ser estilista! Pelo menos consta lá no certificado que tenho do Senac, do curso de estilismo que fiz, em 2006. (Veja bem, 2006. Não foi ontem... ) Mas tudo bem. Não vem ao caso o fato d'eu ter morado 4 meses em Riacho das Almas (cidade do agreste pernambucano, com 19. 162 habitantes) fazendo cursos de modelagem, tecnologia de risco e corte, e costura industrial. A intenção agora não é falar do meu currículo, mas do meu futuro, o que quero ser daqui pra frente. E claro, o futuro do GRD e dessa parceria com Brisa Estalião.
O GRD é um blog porque não pode ser - por enquanto - um site, um espaço virtual para se empreender boas ideias e bons negócios de (e para a) Moda. Moda no seu sentido mais amplo e na sua interdisciplinaridade mais diversificada. É disso que gostamos e que queremos entender cada vez mais. Estamos tentando, nos arriscando nesse universo de "blogs" para mostrar o nosso trabalho e a nossa capacidade de fazer/falar/entender Moda.
E se as críticas são bem vindas e construtivas, elas também podem ser inoportunas e destrutivas.
Pra mim o GRD é o GRD. Ponto. Um guarda-fato (sinônimo de guarda-roupa) virtual, dourado pela nobreza da proposta. Se tem o tal "look do dia"? Teve, tinha. Agora tem o "look NO dia" do evento, do passeio, da festa, ou de qualquer lugar que se vai e se produz o visual mais cuidadosamente. Vão dizer "Mas é a mesma coisa." (O povo fala, o povo fala mesmo... Diz o refrão de uma música... ) Aí eu respondo "se as pessoas não gostassem das "mesmas coisas" não existiria a moda... " (Conhecem a teoria de adoção de moda do tipo trickle-dow? Só para exemplificar... )
Encerro por aqui. Não vou mais me prolongar, não vou mudar a opinião de ninguém - nem é essa a intenção. Mas posso manifestar a minha, e o fiz. 

(Colaboradora do Guarda Roupa Dourado - Um lugar diferente para se guardar Moda.)

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