sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Gostei, mostrei!

 "Eterna Camaleoa" 

Foi assim que a revista Água de Coco, nº 7 definiu a atriz Marieta Severo (a Dona Nenê, do seriado A Grande Família).


O por quê de citarmos a atriz, em entrevista cedida a revista? 
Simples: Além de ser uma grande figura da teledramaturgia brasileira - tem mais de 46 anos de carreira só na televisão - ela fala sobre moda, figurino e ACESSÓRIOS!!!
Segundo a reportagem, Marieta Severo saiu de uma infância onde a sua mãe priorizava a praticidade das roupas (não tinha vaidades). Sobre o período de sua juventude ela diz que "era uma época efervescente de comportamento e não de moda. O bacana era ser inventivo, inventar a roupa. A gente estava saindo de um período padronizado [1950] um período de quebrar padrões, paradigmas, inverter e buscar novos valores."



Mais adiante ela fala da influência hippie (cita novamente uma "uma coisa inventiva" que caracterizava aquela época) e diz que havia o desejo de se destacar, de não pertencer à burguesia: "a moda entre nossos amigos era se vestir em brechó, buscar roupas com histórias".
Sobre a moda atualmente, a atriz a vê como uma "indústria vencedora".


Em seguida, afirmando que seria figurinista, caso não fosse atriz, ela se diz cética em relação a "interferência da moda na dramaturgia".
Quando perguntada sobre a interferência da cirurgia plástica na profissão ela diz (MUITO SABIAMENTE) " [...] estou mais preocupada é com as minhas células. Queria botox para os meus neurônios sabe? Meu sonho seria preservar o meu pensamento."

Por fim, em relação a D. Nenê - personagem que interpreta a mais de 11 anos - ela elogia Cao Albuquerque, o figurinista "é genial [...] tem a capacidade de expressar com muita criatividade o personagem, com tinta forte."

Ela também diz:


E complementa: "Comigo acontece isso, às vezes coloco uma cor, um acessório (grifo nosso) e sinto uma mudança".

E assim terminamos o nosso post. Ressaltando mais uma vez (e sempre) que os acessórios não são só "trends" do verão 2011, 2012 ou... 2030! Eles nos acompanham desde sempre, em todos os lugares, em todas as culturas, umas vezes menos outras vezes mais, e das mais variadas formas. E até me pergunto "Por que não existe uma história dos acessórios?!". (Enfim, minhas divagações...)

Beijos!
                                                                                                              (Curtir)


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